Tendências para Gestão de Pessoas no Setor Público

Tendências para gestão de pessoas no setor público

A gestão de pessoas no setor público é uma importante etapa na administração e organização de órgãos e serviços públicos, em busca de uma constante modernização do sistema

Conhecer e desenvolver uma boa gestão de pessoas no setor público não é uma tarefa tão simples. Mesmo sendo complexo, este é um tema que pode ser bastante explorado o meio acadêmico.

O conceito de gestão de pessoas é uma junção de habilidades e métodos, políticas, técnicas e práticas definidas. Porém, tal gestão ocorre por meio da participação, capacitação, envolvimento e desenvolvimento de funcionários. Dessa maneira é possível estabelecer a função de humanizar as áreas de uma empresa.

Este conceito é bastante atribuído nos setores privados e só agora buscou-se a melhor gestão de pessoas no setor público, porém com algumas particularidades.

No setor público as contratações são realizadas mediante aos concursos públicos. Ao contrário dos grupos privados, no qual o gestor contrata indivíduos que possuem características vantajosas para a ocupação.

Por isso, nesses ambientes os desafios da gestão de pessoas no setor público são cruciais para que o funcionário possa progredir na carreira e aprender a cumprir suas funções de maneira mais eficaz.

Este post é ideal para quem busca fomentar uma boa gestão de pessoas no setor público. Veja quais são as tendências, os principais desafios e a evolução que os gestores buscam para modernizar. Acompanhe!

As Principais Tendências

As Principais Tendências em Gestão de Pessoas no Setor Público

Você busca novos conceitos para sua gestão de pessoas no setor público? Aqui estão algumas tendências que gestores estão incluindo em suas estratégias. Ao utilizá-las conseguem extrair mais eficiência e potencial de seus funcionários.

As seguintes propostas são para trazer e melhorar a nova gestão de pessoas no serviço público, propostas pelo professor Homero Pampolini Jr em seu livro sobre gestão pública:

Diminuição do Número de Chefes e Hierarquias

Isto já se revela como uma passagem do modelo burocrático, excessivamente rígido, formal, para o gerencial, voltado à resultados, descentralizado e com delegação de autoridade. A tendência é que este tipo de hierarquia diminua.

Foco nos Cidadãos

Eles são os responsáveis por estruturar os produtos e serviços. Por isso, se estão identificando as reais necessidades neles para atingir níveis de excelência no atendimento e também de eficiência, eficácia e efetividade para as novas demandas do mercado.

Preocupação Constante com a Qualidade de Vida dos Colaboradores

Esta medida se apresenta como uma estratégia ou um elo de ligação entre os interesses individuais dos gestores e os governamentais. Contribui para a satisfação do colaborador e otimiza a produtividade no trabalho – tanto física, quanto mental.

Implantação de um Sistema de Recompensas Justo Dentro do Governo

Esta estratégia busca motivar e reter os melhores talentos na área pública com intuito de gerar um maior nível de desempenho e produtividade no trabalho. De modo que:

  • Melhora o nível de relacionamento dos gestores com os colaboradores, mantendo, desta forma, um comportamento ético no governo.
  • Evolução do sistema de gestão fordista e taylorista para um modelo capaz de manter e desenvolver talentos.

Os sistemas fordista (baseada na produção em massa) e taylorista (cada indivíduo deve cumprir sua tarefa no menor tempo possível, sendo premiados aqueles que se sobressaem) faziam os trabalhadores serem vistos como máquinas.

Com isso, eles possuíam pouca motivação em relação ao seu trabalho e raramente a possibilidade de ascensão no trabalho, já que o que mais se importava na época era a produtividade.

Porém, com o advento da nova tendência de gestão de pessoas no setor público, o novo modelo requer que os colaboradores sejam tratados como gente, sejam ouvidos e cada vez mais ocorra o investimento nesta formação do capital humano.

Desenvolvimento de liderança

Desenvolvimento de liderança

Preocupação no desenvolvimento de lideranças (e não de chefias) como forma de treinar seus colaboradores internos para assumir posições de chefia quando houver vacância nos cargos anteriormente ocupados

Vale salientar a importância fundamental que se tem no líder para a área pública na consecução das ações governamentais, já que em se tratando da resistência a inovações que, por diversas vezes, infelizmente ainda permanece no setor público, o líder deve agir como um agente de mudanças e disseminador desta cultura no local onde trabalha.

Programas para desenvolvimento profissional

Criação de programas de treinamento e desenvolvimento profissional e o consequente papel do governo como escola, de educar seus servidores.

Tudo isto se faz necessário para a criação de um ambiente mais estimulante e desafiador, em que os servidores possam se sentir responsáveis pelos resultados alcançados.

Isso equivale a dizer que é preciso estimular os servidores para a inovação, valorizado sua opinião, criando oportunidades para a participação deles nos objetivos da organização, para seu desenvolvimento profissional.

Enfim, provendo uma boa infraestrutura e um adequado ambiente de trabalho para a participação do servidor no tocante a formulação da estratégia e a consecução dos programas governamentais.

Realizar a melhor gestão do capital intelectual governamental, formando equipes de alto desempenho

Isto se deve ao fato que o capital intelectual é o ativo intangível de grande importância para agregar valor público e o diferencial competitivo no mercado de trabalho.

Implementar estratégias de comunicação interna

Melhora no nível de comunicação interna entre gestores e colaboradores na medida que incentiva a prática do feedback e do coaching.

O feedback e o coaching vem se tornando cada vez mais ferramentas essenciais à gestão por resultados porque é através destas ferramentas de comunicação que se aceleram mudanças de atitudes e posturas nos colaboradores para que eles atinjam mais rapidamente o seu máximo potencial e as metas organizacionais.

Identificar os colaboradores como parceiros e não como estritamente “recursos humanos”

É igual a dizer que é preciso olhar o funcionário como um todo, tratá-lo como gente e não como mais um recurso. Significa valorizar as pessoas e tratá-las com o devido respeito merecido.

Adotar uma estratégia para gestão de pessoas é importante para melhorar o desempenho dos funcionários e para a administração. O Ergon é o sistema que ajuda o tomador de decisões a criar e planejar sua gestão com eficiência e precisão.

Quais Pontos da Reforma Trabalhista Devem Ter Sua Atenção

pontos da reforma trabalhista

Os pontos da reforma trabalhista são discutidos até hoje e as mudanças já começam a afetar grande parte dos trabalhadores e empregadores.

Depois de muitas discussões e protestos, a reforma trabalhista, sancionada pelo presidente Michel Temer, passou a vigorar no país. A proposta impõe mudanças nas relações trabalhistas que antes eram feitas de forma não oficial entre o empregador e o funcionário.

As mais de 100 mudanças aprovadas para a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), a principal mudança na lei vigente está no sistema de negociação entre o negociado e o legislado, uma vez que todo acordo será agora previsto por lei.

Neste artigo do Blog Ergon, iremos apontar e explicar alguns pontos que mudaram com a reforma trabalhista.

 o que é reforma trabalhista

O que é a Reforma Trabalhista?

A reforma trabalhista no Brasil foi instrumentalizada pela lei Nº 13.467 de 2017, com o objetivo de combater o desemprego e a crise econômica no pais. O projeto de lei passou por diversas tramitações e sucessivas discussões até ser aprovada e entrar em vigor.

Quando o Brasil enfrentava por uma forte crise econômica, houve recuo do Produto Interno Bruto (PIB) por dois anos seguidos. Além do desemprego atingir seu auge no mês de março de 2017, com uma taxa de 13,6% – cerca de 14 milhões de brasileiros sem trabalho.

A gestão anterior já ponderava acertar alguns pontos da reforma trabalhista, que previam a livre negociação entre empregadores e funcionários. Entretanto, após pressões de centrais sindicais contrárias à proposta, o projeto entrou em hiato.

Quando Michel Temer assumiu a presidência da República, o projeto voltou a ser cogitado. Com a efetivação da posse, o presidente discursou em defesa da reforma trabalhista e ponderou a necessidade de modernizar a leis trabalhistas para garantir os empregos atuais e criação de novos.

Quem é contra a reforma

Quem é Contra a Reforma

A reforma trabalhista do Governo foi muito criticada por centrais sindicais e o Ministério Público do Trabalho, alegando que os pontos da reforma trabalhista violariam a constituição brasileira e as convenções internacionais assinadas pelo Brasil.10

Já a Organização Internacional do Trabalho (OIT), órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), após pedido dos sindicatos nacionais, publicou uma nota alegando que os pontos da reforma trabalhista podem violar convenções internacionais nos quais o Brasil é assinante.

Nesta nota, a OIT reforça a crítica aos pontos da reforma trabalhista no qual acordos coletivos e individuais prevalecem sobre a legislação.

Em documento oficial a OIT declara: “Os Estados membros têm a obrigação de garantir, tanto em lei como na prática, a aplicação efetiva das convenções ratificadas, motivo pelo qual não se pode validamente rebaixar, por meio de acordos coletivos ou individuais, as proteções estabelecidas pelas convenções da OIT ratificadas e em vigor em um determinado país”.

Quem está a favor da reforma trabalhista

Quem Está a Favor da Reforma Trabalhista

A reforma trabalhista é defendida pelo Governo Michel Temer, vista como uma forma de regularizar as contas públicas, estimular a economia e criar empregos. Para empresários, a reforma cria um ambiente competitivo, com a redução de encargos trabalhistas, além de prover segurança jurídica ao empregador.

Economistas alegam que as empresas poderão empregar seus recursos de forma mais otimizada, além de aumentar o número de vagas formais. Outro argumento favorável é a possibilidade de negociar a redução da jornada de trabalho com diminuição de salário para ajudar a manter postos de trabalho em momentos de crise.

Pessoas ligadas a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil argumentam que a reforma moderniza as relações de trabalho no Brasil e que é uma ferramenta para o crescimento sustentável da economia do país.

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho Ives Gandra Martins Filho apoia a reforma trabalhista, alegando que há uma necessidade de flexibilização das leis trabalhistas para garantir empregos, quebrar a “rigidez da legislação” e dar segurança jurídica às empresas em um ambiente de novas tecnologias.

 funcionário público será afetado

Funcionário Público Será Afetado Pela Reforma Trabalhista

Há dois tipos de trabalhadores no setor público: os estatutários e celetistas. Para que ambos possam ingressar no serviço público é obrigatório ser aprovado em um concurso. Contudo, enquanto os celetistas estão regidos pelas regras da CLT, os estatutários obedecem às leis específicas.

Servidores públicos federais e municipais estão regidos pelas leis de acordo com os estados e municípios a que estiverem prestando serviços. Já os funcionários de empresas públicas que adotam o regime de contratação celetista são empregados públicos que são afetados pela Reforma Trabalhista. 

O Antes e o Depois de Cada Ponto da Reforma Trabalhista

Uma das maiores dúvidas até hoje sobre os pontos da reforma trabalhista do governo são as mudanças ligadas às férias, jornada de trabalho, remuneração, entre outros. Veja abaixo as mudanças que acontecem agora. 

Férias

Antes as férias de 30 dias podiam ser fracionadas em até dois períodos, sendo que um deles não podia ser inferior a 10 dias. Também existia a possibilidade de 1/3 das férias ser pago em forma de abona.

Agora as férias podem ser fracionadas em até 3 períodos, caso o empregador esteja de acordo, sendo que um desses períodos não pode ser inferior a 14 dias corridos e os demais não podem ser inferiores a 5 dias corridos.

Jornada de Trabalho

Antes a jornada de trabalho era limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais. Sendo autorizado ao empregado fazer até duas horas extras por dia.

Agora a jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

Tempo na Empresa

A CLT antes considerava serviço efetivo o período em que o empregado está à disposição do empregador, aguardando ou executando tarefas.

Após a reforma trabalhista algumas atividades dentro da empresa deixam de ser consideradas parte da jornada de trabalho, como período para alimentação, higiene pessoal, lazer, troca de uniforme e estudo.

descanso

Descanso

O trabalhador que exerce a jornada de 8 horas diárias tem direito a no mínimo uma hora e no máximo duas horas de intervalo intrajornada para repouso ou alimentação.

Com a reforma trabalhista o intervalo poderá ser negociado, desde que seja no mínimo de 30 minutos. Se o empregador não conceder o intervalo mínimo para almoço ou concedê-lo parcialmente, o funcionário deverá ser indenizado com acréscimo de 50% do valor da hora normal de trabalho que deverá incidir apenas sobre o tempo não concedido.

Remuneração

A remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios integram os salários.

O pagamento do piso ou salário mínimo deixa de ser obrigatório no cálculo da remuneração por produtividade. Além disso, trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração, que não precisarão fazer parte do salário.

Plano de Carreira e salários

O plano de cargos e salários precisa ser homologado pelo Ministério do Trabalho e constar no contrato de trabalho.

Agora a modalidade ficou da seguinte maneira: o plano de carreira poderá ser negociado entre patrões e funcionários sem a necessidade de homologação ou de registro em contrato, podendo ser mudado constantemente.

transporte público

Transporte

O tempo de deslocamento para ir e vir ao trabalho é contabilizado como jornada de trabalho, desde que seja em transporte oferecido pela empresa – quando a localidade tem falta de transporte público ou de difícil acesso.

Trabalho Remoto (Home office)

Esta modalidade de trabalho não era reconhecida pela legislação. Com a reforma trabalhista tudo que o trabalhador usar em casa será formalizado via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet. O controle da prestação de serviços será feito por tarefa.

Trabalho Parcial

A CLT prevê jornada máxima de 25 horas por semana, sendo proibidas horas extras. O trabalhador tem direito a férias proporcionais de no máximo 18 dias e não pode vender dias de férias.

A jornada poderá durar até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais ou de 26 horas semanais ou menos, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%. Um terço do período de férias pode ser pago em dinheiro.

Demissão

Quando o trabalhador pede demissão ou é demitido por justa causa, não tem direito à multa de 40% sobre o saldo do FGTS nem à retirada do fundo. Em relação ao aviso prévio, a empresa pode avisar o trabalhador sobre a demissão com 30 dias de antecedência com cumprimento do prazo trabalhado pelo empregado ou pagar o salário referente ao mês sem que o funcionário precise trabalhar.

Além das modalidades anteriores de extinção, o contrato de trabalho poderá ser encerrado de comum acordo, com pagamento de metade do aviso-prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.

Esses são alguns pontos da reforma trabalhista que necessitam ter atenção. Diga nos comentários qual desses você acha que trará mais dúvidas durante a gestão de pessoas. Até a próxima!

Por que a Comunicação Interna é Importante?

grupo conversando sobre comunicação interna

A comunicação interna é importante para qualquer organização funcionar de forma eficaz e evitar qualquer tipo de ruído entre o emissor e o receptor.

Já dizia o apresentador Chacrinha: “Quem não comunica, se trumbica”. Não há frase que melhor descreva a importância da comunicação dentro de qualquer ambiente, em especial o departamento de RH – a principal ponte de comunicação interna entre a empresa e os colaboradores.

Algumas pesquisas comprovam que funcionários que se comunicam facilmente com os membros da equipe e com da alta hierarquia, contribuem para melhorar a produtividade e os resultados gerais do setor e da empresa como um todo.

Algumas empresas gastam muito dinheiro com recursos para melhorar a comunicação, seja interna ou externa, e muitas vezes negligenciam o marketing interno (endomarketing) e a comunicação com os colaboradores.

Fidelizar a comunicação interna na empresa e estabelecer uma cultura comunicativa, faz com que os funcionários sejam propagadores da marca – seja do setor público ou do privado.

Neste post, explicaremos como fazer a comunicação interna da sua empresa ser mais efetiva, como implantar novos canais de comunicação e implementar o endomarketing dentro de sua gestão.

grupo de pessoas conversando

Qual a Importância da Boa Comunicação?

A comunicação é uma ferramenta essencial para qualquer área, que visa melhorar a produtividade e manter fortes relações de trabalho em todos os níveis da organização. Uma boa comunicação é vital para assegurar que haja entendimento mútuo entre a gerência e a equipe.

A comunicação é eficaz quando uma mensagem clara é entregue por meio dos canais apropriados e adaptada ao público. Em uma empresa, isso deve fazer com que os funcionários saibam como seu próprio trabalho contribui para atingir as metas da empresa, o que ajuda a manter as pessoas motivadas e engajadas.

A comunicação interna tem crescido constantemente em importância e sofisticação, adotando as mais recentes tecnologias, publicando tendências e pensando em comunicação cara a cara.

A importância de manter uma boa comunicação interna nas empresas, estimula os colaboradores a ter atitudes mais participativas e inclusivas dentro dos setores.

Uma das marcas que fazem um bom uso da comunicação interna é a Coca Cola, que tem um programa de defesa de marca chamado “Embaixador da Coca-Cola”, que prepara funcionários para se comunicar melhor com as partes interessadas.

Já a Bayer, possui um programa de comunicação empresarial que envolve quase 200 funcionários para receber feedback contínuo sobre como melhorar a comunicação da empresa.

Obviamente, o porte de funcionários nessas empresas é muito maior do que outras, mas este tipo de cultura é o que pode ser implantado dentro das empresas aos poucos.

homem estendendo a mão

A Cultura do Endomarketing

Você já ouviu falar sobre endomarketing? O termo Endomarketing, que significa “interno” ou marketing interno, designa um tipo de marketing realizado por uma série de ferramentas e ações desenvolvidas com o objetivo de conscientizar, informar e motivar os funcionários da própria organização.

Esse tipo de ação contribui para motivar e comprometer os funcionários, criando neles uma imagem positiva da organização, que depois será transferida para o exterior, principalmente para os consumidores.

A suposição básica é que, informando bem o “cliente” interno e fazendo com que ele se sinta bem com a organização e com seus produtos e serviços prestados, será mais fácil criar uma opinião favorável no cliente externo.

Uma estratégia de marketing interno bem-sucedida, beneficia uma empresa de várias formas, em todos os níveis e em todas as áreas. De modo que, é possível construir um negócio sólido e próspero, atraente para os investidores. Dê uma olhada nas suas vantagens:

  • Aumentar a fidelidade dos funcionários.
  • Otimizando a motivação interna.
  • Reduzindo a rotatividade de trabalhadores.
  • Melhorar o clima organizacional.
  • Melhorar a qualidade de vida no trabalho.

Endomarketing pode ser traduzido como atividades que envolvem incentivos (prêmios) ou até mesmo atividades que valorizam os funcionários. Um exemplo disso é o programa da Fiat. Os funcionários da empresa são sempre os primeiros a realizar testes de novos modelos. Não custa nada à empresa, mas faz toda a diferença!

 notebook comunicação interna

Canais de Comunicação Interna nas Empresas

Sabendo que uma comunicação interna estruturada é uma das melhores práticas profissionais de se adotar para a empresa, é importante permitir que as pessoas se comuniquem por diversos meios de comunicação.

Um canal de comunicação é fundamental para os colaboradores sentirem-se livres para propor soluções, ideias, sugestões, elogios e reclamações.

Para a comunicação ser efetiva, é importante adotar canais e ferramentas acessíveis para empresas de vários segmentos. Conheça abaixo quais os melhores canais de comunicação interna para uma instituição.

Alguns softwares para gestão de RH e de pessoas possuem um espaço onde é possível criar uma mensagem, na qual o grupo que tem acesso a ferramenta recebe os comunicados e pode compartilhar com o restante da empresa ou não.

O Ergon é um sistema que possui esta opção para facilitar a comunicação entre a equipe.

Conheça quais os melhores canais de comunicação que sua empresa pode começar a adotar para o dia a dia.

1. Jornal Mural

Semelhante a um quadro de avisos. Deve ser atualizado constantemente e colocado em áreas de grande circulação. Por exemplo: refeitório.

2. Jornal Impresso

Um jornal impresso para circular entre os colaboradores é uma forma efetiva de informar sobre os acontecimentos da instituição.

Este material pode ser simples, desde que o conteúdo seja informativo, com linguagem de fácil compreensão e textos curtos para estimular a leitura. Não esqueça de usar imagens com boas legendas.

3. E-mail Corporativo

Uma das ferramentas de comunicação mais populares nas empresas é o e-mail. Nesta ferramenta é possível agendar reunião, programar lembretes, enviar e receber e-mails, entre outras opções.

4. Caixa de Sugestões

A caixa de sugestões é ideal para empresas que não possuem um serviço de ouvidoria ou contas de e-mail para todos os funcionários.

Por isso, está é uma forma fácil dos colaboradores se comunicarem com os outros setores. Esta é uma ferramenta de comunicação unilateral, ou seja, não há possibilidade de ter um feedback.

5. Reuniões

As reuniões são muito comuns entre gestores e equipe. Nela é possível alinhar diversos pontos estratégicos, além de fortalecer a comunicação “face a face”.

Gostou do texto? A comunicação interna é indispensável para qualquer setor. Diga nos comentários qual sua estratégia e as principais ferramentas utilizadas diariamente. Até a próxima.